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Médis

No decurso do exercício em análise, a Médis prosseguiu o cumprimento dos objectivos estratégicos de incremento da rentabilidade do negócio, por via do crescimento do número de pessoas seguras e da garantia da representatividade junto da sua rede de prestadores.

No que respeita ao cumprimento de cada um dos objectivos estratégicos, os resultados do exercício em análise podem ser considerados bastante positivos:

  1. - Número de Pessoas Seguras: a Médis alcançou no final do exercício cerca de 330.000 pessoas seguras sob gestão, das quais perto de 56.000 decorrentes da diversificação de canais de distribuição, consubstanciada na disponibilização de oferta não intermediada a clientes Empresa de média/grande dimensão, e oferta intermediada através dos maiores e mais prestigiados brokers a operar em Portugal. Através do canal Millennium bcp, a Médis atraiu aproximadamente mais 37.000 novas pessoas seguras, um crescimento de 4,2% face ao exercício anterior.

  1. - Representatividade junto da Rede de Prestadores: a Médis continua a dispor da mais extensa, capilar e completa rede de prestadores de cuidados de saúde em Portugal, com cobertura em todo o território continental e regiões autónomas, além de acordos com 13 hospitais e clínicas em Espanha, que funcionam como integrados na rede nacional. A Médis manteve no essencial a dimensão da Rede e, na generalidade, as condições praticadas para os actos e procedimentos médicos garantidos pelas apólices.

  1. - Incremento da Rentabilidade do negócio: a Médis encerrou o exercício em análise com um resultado líquido de 4.064 milhares de Euros, uma variação de 17% face ao exercício anterior.

Os prémios brutos emitidos atingiram em 2007 um volume de 87.680 milhares de euros que, comparativamente com o ano anterior, registam uma variação positiva de 11%. No entanto, excluindo o impacto do negócio da Império Bonança ainda sob gestão da Médis no exercício de 2006, o crescimento do volume de prémios foi de 14%, muito superior ao mercado que cresceu cerca de 8%. O crescimento da carteira core da Médis permitiu consolidar a segunda posição no ramo Doença.

Por seu lado, os custos líquidos com sinistros, antes de custos imputados, cifraram-se em 57.833 milhares de euros evidenciando um acréscimo de 3,3 pontos percentuais na taxa de sinistralidade bruta do ramo Doença, face ao ano 2006.

A margem técnica antes de imputação de custos operativos totalizou 16.524 milhares de euros, reflectindo um decréscimo de 9,2% face à margem técnica do exercício anterior e um rácio de 18,8% sobre os prémios brutos emitidos.

Fruto de uma rigorosa política de contenção, os custos administrativos apresentaram um decréscimo de 8,7%, compensando quase na totalidade o decréscimo verificado na margem técnica, situando-se nos 13.719 milhares de euros.

O rácio combinado situou-se nos 91,7%, registando uma evolução positiva face ao ano anterior de 1,3 p.p., reflectindo desta forma as políticas mencionadas ao nível da gestão criteriosa dos custos administrativos e dos sinistros.

O resultado líquido da Médis situou-se em 4.064 milhares de euros, o que representa uma variação positiva de 17% face a 2006. A Médis Saúde apresentou um acréscimo de 12,5% nos seus resultados antes de impostos; no entanto, se excluir-mos a contribuição da Saúde 24, cuja prestação de serviços cessou em Abril de 2007, o acréscimo foi de 46,3%.

O capital próprio totalizou 30.145 milhares de euros e o rácio de solvência situou-se em 165,5%.

As agências de rating internacionais Standard & Poors (S&P) e Fitch Ratings confirmaram a notação de rating de "A+", notação suportada pelo forte posicionamento concorrencial do Grupo no mercado segurador Português, assim como pelos elevados níveis de rentabilidade e forte solidez financeira.

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